
Desfrutar de uma conquista ou assemelhar-se ao fracasso. Tão poucos sabem tão pouco conseguimos ser inquebráveis no matadouro de cálculos imperfeitos, frágeis ao que nos contradizem que nos jorram espinhos da ilusão imaginária do coração. Perfurando algo incomum, mas recoberto cheio de duvidas em mares desconhecidos. A origem de uma felicidade paradoxo cresce como raiz sobre minha imaculada perdição, contestar diante a crença na qual nunca irei ver, porque estarei quanto antes de sentir a morte chegar. Mesmo customizado a carregar fardo da inadimplência da máscara que visto, é inadmissível quebrar mais regras desse pôquer fecundado de mistérios satisfatório, na qual me resta pensar qual será minha próxima jogada, porque as peças que guardei estão caindo em poeira contra o tempo. Fertilizarei quanto antes um princípio minúsculo, cuja paciência seja um requisito de vossa compaixão tarda. Realmente, diante ao vinho desbotado terei que pintar de outra cor, mas qual? Vou descobrir para que não chegue à encruzilhada de uma batalhe nostálgica... Enfim! A batalha cessara!
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