Refugio dessa falta de virtualizar que tenta me silenciar, fecho minha boca diante a mídia infame que apaga meu poder. Nossa família só age como pensa e esquenta com degeneração de rompimento colateral. Não tenho classe? Que se dane! Não tenho o que te convencer? Então porque existo? Será que não capaz de erguer meu voto ou apenas designo o que você quer pensar, pois eu digo não! Vou destruir seu futuro com meu orgulho. Vou erguer minha força sobre sua derrota, nada me importa, mas vai me parar ir a enfrente... Seja mais competente! Pare de ouvir a todos e comece abrir um próprio mercado infernal, onde pode seguir seu caminho na qual seja rei de suas ordens legíveis. Vou seguir? Sim irei! Só para erguer em suas costas para servir como apoio pelo tempo que você me tirou, porque o trono é só meu! Então sinta meu ódio que vai romper seus ouvidos com um eterno zumbido da revolução. Dentro de meu sangue ferve todos os males de minha doutrina, mas vou acabar isso com seu fim. Vou sobreviver, tenho que viver para que todas minhas cicatrizes faça esfregar o que sujou... É isso que tenho a dizer a guerra apenas começou... O silêncio se dispara contra minha consciência e te faz morrer por segundos de uma parte do planeta, nada me resta do que foder com meus extintos cínicos na qual adquiri com a existência vai ser meu dilema... Sou o astro de minha própria tragédia. Afinal de contas me entregarei ao meu próprio inferno. Oh! Yeah!
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